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Comércio reforça pedido para suspender multas dos novos impostos em 2026

Com imposto menor, menos engargos trabalhistas e custos operacionais reduzidos, Paraguai atrai operação de empresas brasileiras

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reforçou o pedido ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que suspenda, durante todo o ano de 2026, a aplicação de multas e outras penalidades relacionadas ao preenchimento dos novos campos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nas notas fiscais eletrônicas.

O novo sistema passa a ser obrigatório a partir da próxima segunda-feira (3), quando os tributos entram em fase de testes com alíquota de 1%.

Em ofício encaminhado na última quinta-feira (30) ao governo federal e aos órgãos responsáveis, a entidade afirma que ainda não foi publicado um ato normativo que garanta um período oficial de adaptação para as empresas. Segundo a CNC, a ausência dessa regulamentação gera insegurança para os empresários diante das novas exigências da reforma tributária.

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