
A próxima fronteira da governança: por que proteger crianças também se tornou uma questão estratégica para organizações
Por Rafael Monteiro* Durante muitos anos, a proteção infantil foi tratada predominantemente como responsabilidade das famílias, dos serviços públicos e dos profissionais especializados que atuam depois que uma violação já ocorreu. Esse paradigma começa a mudar. Escolas, organizações sociais, instituições religiosas, clubes,






























































