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A esquerda identitária vive criando truques contra mim – 22/01/2025 – Flavia Boggio

A esquerda identitária vive criando truques contra mim - 22/01/2025 - Flavia Boggio

Caros seguidores, no início desta semana, uma participação minha em um evento gerou polêmica por toda a imprensa e ainda nas redes sociais. Depois de um pronunciamento, fiz um movimento com o braço que foi interpretado pela mídia comunista como um “sieg heil”, também conhecido como uma saudação nazista. A esquerda identitária, para variar, vive criando truques sujos contra mim.

Desde quando colocar a mão no peito e, em seguida, erguer o braço com a mão espalmada e os dedos estendidos, num ângulo de 135º, é símbolo nazista? Agora tudo é nazismo, fascismo ou racismo?

Quem nunca fez esse movimento com o braço? Ao se despedir, ao chamar um amigo para um “toca aqui” ou ao praticar um “reiki” no colega? Eu apenas terminei meu discurso e chamei um táxi. Como vocês acham que eu iria voltar para casa, afinal?

Quando meus opositores levantam o braço para dar um tchau, fazer cafuné num cavalo ou dançar Araketu, ninguém acusa de fazer saudacão nazista. Sem falar que o gesto foi inventado pelos alemães de Hitler. Mussolini já fazia muito antes.

Já me chamaram de fascista só porque defendo a volta dos valores tradicionais e da família. Sim, tenho 12 filhos com três mulheres diferentes, alguns deles revezando entre as mães, mas ainda assim tenho direito de exigir que os outros sigam o modelo de família tradicional.

Agora querem me acusar de nazista? Só porque já postei ofensas aos judeus? Porque liberei ataques a minorias e declarações supremacistas nos canais das minhas empresas?

Sim, eu apoio um governo que defende a prisão e deportação imediata de imigrantes em hospitais e igrejas. Que fechou todos os departamentos de proteção à comunidade LGBTQIA+. Mas me chamar de fascista é exagero. Isso é coisa da cultura “woke” que nos persegue apenas porque odiamos negros, mulheres e gays.

Outro dia, um amigo deixou crescer um bigode curto e quadrado. Disseram a ele que poderia lembrar o de Hitler. Pô, era uma homenagem a Charles Chaplin! Não se pode mais gostar de cinema mudo?

O mundo está ficando muito chato. E por isso vou acabar com ele. Aliás, em breve, minhas empresas começarão a vender passagens de foguete para colonizarmos outro planeta. Mas isso somente para quem for branco, heterossexual e rico. Longe dessa diversidade maldita que contamina o meu país.

“Heil Hitler” a todos. Quer dizer, abraços a todos.



Fonte ==> Folha SP

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