O setor de estética e bem-estar no Brasil tem experimentado um crescimento expressivo nos últimos anos, com destaque especial para o protagonismo feminino. Dados do Sebrae mostram que 84% dos negócios no ramo da beleza são comandados por mulheres, revelando uma transformação que une vocação técnica, sensibilidade e espírito empreendedor.
Esse movimento tem sido decisivo para levar o setor a um novo patamar, combinando qualificação profissional, inovação e impacto social. As mulheres que antes atuavam informalmente na área da beleza hoje buscam certificações, desenvolvem suas próprias metodologias e se posicionam como referências em suas comunidades.
Um dos exemplos dessa nova geração é Brenda de Souza Paiva, que iniciou sua trajetória inspirada pela atuação da mãe como cabeleireira. Formada em Estética e Cosmética, Brenda vem ganhando notoriedade pela criação de um protocolo voltado à camuflagem de hiperpigmentações e cicatrizes, especialmente em pacientes em reabilitação. Sua abordagem alia domínio técnico e cuidado emocional, sendo reconhecida por especialistas como modelo de estética humanizada.
Além disso, Brenda tem participado de congressos e eventos voltados à inovação estética, recebendo prêmios importantes no setor, o que reforça a força do empreendedorismo técnico voltado ao bem-estar e à autoestima.
A tendência para os próximos anos é que o mercado continue se expandindo, sobretudo nas regiões Norte e Nordeste, onde o aumento de cursos profissionalizantes e o acesso digital vêm abrindo espaço para novos talentos. A estética, nesse cenário, deixa de ser apenas uma prestação de serviço e passa a ocupar um papel central na cadeia do bem-estar, da autoestima e da saúde integrativa.
Com histórias como a de Brenda, o setor reforça que a força da beleza está na técnica, mas também na coragem de transformar conhecimento em propósito e impacto duradouro.