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Professor da UEG debate Inteligência Artificial humanizada e os desafios da era digital em ações acadêmicas no interior de Goiás

Marcos Costa

A discussão sobre os impactos da Inteligência Artificial (IA) na educação, na produção do conhecimento e na sociedade ganhou destaque em Goiás com a participação do professor e pesquisador Marcos Rogério Martins Costa (UEG – Câmpus Nordeste, Sede: Formosa) em duas ações institucionais promovidas pela Universidade Estadual de Goiás (UEG) no mês de maio de 2026. O docente esteve presente em atividades acadêmicas realizadas nas cidades de Porangatu-GO e Goiânia-GO, abordando os avanços, os limites e os riscos do uso da IA no contexto educacional e social.

No dia 19 de maio de 2026, o professor ministrou a palestra “Formação Docente e os Desafios da Era Digital: Uma Proposta de Plataforma Digital de Usos de IA na Educação”, durante o XII Seminário do Curso de Letras da UEG/Unidade Universitária de Porangatu. O encontro reuniu estudantes, pesquisadores e professores interessados em compreender como as tecnologias emergentes estão transformando o processo de ensino-aprendizagem e a formação de profissionais da educação.

Marcos Rogério Martins Costa
Fonte: UEG – Unidade Porangatu.

Profa. Maria Aparecida Barros de Oliveira e Prof. Marcos Costa.

Durante a conferência, Marcos Costa destacou que a IA não deve ser compreendida apenas como uma ferramenta tecnológica, mas como um fenômeno cultural e pedagógico capaz de alterar profundamente as relações humanas, os modos de leitura e os processos de construção do conhecimento. Segundo o estudioso, o grande desafio das universidades contemporâneas é formar profissionais críticos, criativos e eticamente preparados para lidar com sistemas automatizados cada vez mais presentes na vida cotidiana.  “O problema não é a inteligência artificial existir. O problema é formar pessoas incapazes de pensar criticamente diante dela”,  afirmou o pesquisador durante sua fala no evento.

A proposta apresentada pelo docente incluiu reflexões sobre plataformas digitais humanizadas, metodologias de escrita mediadas por IA e novas possibilidades para o letramento científico em ambientes híbridos de aprendizagem. A palestra também discutiu os riscos do uso indiscriminado de sistemas automatizados sem acompanhamento pedagógico e sem responsabilidade ética.

Já no dia 20 de maio de 2026, o professor participou da gravação do Programa Saberes UEG, no estúdio da UEG TV, em Goiânia, com o tema “Inteligência Artificial Humanizada: avanços, limites e riscos”. A atividade foi realizada no Laboratório de Pesquisas Criativas e Inovação em Audiovisual da universidade.  A exibição foi disponibilizada no canal oficial do programa no dia 25/05/2026, às 15h. Está disponível em: https://youtu.be/1c76l7vCXLc?si=C9VxXya1i3HoEF4_

Marcos Rogério Martins Costa
Fonte: Material de Divulgação da UEG – Unidade Laranjeiras.

No programa, Marcos Costa aprofundou o debate sobre os impactos sociais da inteligência artificial e alertou para a necessidade de desenvolver tecnologias alinhadas aos princípios da educação, da inclusão e da humanização. Para o pesquisador, a sociedade vive um momento decisivo em que universidades e centros de pesquisa precisam assumir protagonismo na construção de modelos tecnológicos mais éticos e acessíveis.

Marcos Rogério Martins Costa
Fonte: Laboratório de Pesquisas Criativas e Inovação em Audiovisual da UEG.

Do lado esquerdo, o Prof. Marcos Costa, e do lado direito, a apresentadora Susete Amâncio.

As participações do professor reforçam o crescente interesse das instituições de ensino superior brasileiras em discutir o papel da IA para além do aspecto técnico, envolvendo também dimensões humanas, culturais e pedagógicas. Em um cenário marcado pela rápida expansão de plataformas automatizadas, debates como esses evidenciam a necessidade de equilibrar inovação tecnológica com responsabilidade social e formação crítica. Afinal, inovação sem consciência pode acelerar processos, mas somente a formação crítica, ética e humanizada é capaz de garantir que a tecnologia a continue apoiar a sociedade sem comprometer aquilo que existe de mais essencial: a própria condição humana.

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