Search
Close this search box.
Search
Close this search box.

Governo Lula ameaça retaliar após tarifas de trabalho escravo

tarifaço brasil trump

O governo do Brasil repudiou, por meio de nota, a conclusão do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), que decidiu aplicar tarifas ao Brasil por uso de trabalho escravo. O Brasil considerou a decisão uma forma de protecionismo injustificado e ameaçou retaliar com a lei de reciprocidade, aprovada no Congresso Nacional.

“É lamentável que tema tão relevante como o da proteção de condições dignas para milhões de trabalhadores e trabalhadoras seja desvirtuado para servir de justificativa a medidas protecionistas unilaterais”, declarou o governo.

VEJA TAMBÉM:

  • Escritório dos EUA recomenda mais tarifas ao Brasil por trabalho forçado

  • Lula The Economist

    EUA citam concorrência desleal em exportação de carnes do Brasil para a China

Wm mais uma investigação com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, A USTR propôs a aplicação de tarifas de 12,5% ao Brasil. No relatório, o governo americano afirma que “é fato notório” que o trabalho forçado é utilizado na produção de gado no Brasil, um dos principais exportadores de carne bovina congelada no mundo.

O governo brasileiro argumentou que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) reconhece, “há décadas”, o Brasil como “referência internacional no combate ao trabalho forçado”. A nota conclui dizendo que a “expectativa” é de de que as recomendações preliminares do USTR não se “convertam em tarifas efetivas”.   

Nesta segunda-feira, o USTR já havia proposto a aplicação de uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, após a conclusão de uma investigação separada com base na Seção 301, na qual o governo americano acusou o Brasil de adotar políticas e práticas que prejudicam o comércio dos Estados Unidos.

Nesta nova frente, o Brasil está ao lado de países como Austrália, China, Chile, Colômbia, Índia, Israel, Japão, Coreia do Sul, Venezuela e Vietnã, acusados pelos EUA de não adotar ou aplicar de forma efetiva mecanismos para impedir a importação de bens produzidos com trabalho forçado.



Fonte ==> UOL

Relacionados

Principais notícias

O novo mapa do ensino jurídico em São Paulo
Ivan Baptista defende valorização da segurança pública e apresenta propostas voltadas aos servidores e à redução da desigualdade social no Rio de Janeiro
Alien Summit Campinas chega à 6ª edição reunindo pesquisadores da Ufologia Científica e Expansão da Consciência

Leia mais

'Minha filha me ensinou que cuidar também é ato de coragem', diz Henrique Fogaça
Ana Paula Renault faz reflexão sobre paternidade presente e se emociona no Dia dos Pais
Santos usa embalo de vaga na Copa do Brasil para reagir no Brasileirão contra o Athletico-PR
Santos usa embalo de vaga na Copa do Brasil para reagir no Brasileirão contra o Athletico-PR
'Ela só quer aparecer', declara Xuxa sobre críticas de Mara Maravilha
Fãs resgatam ensaio nu de Mara Maravilha em meio a treta com Xuxa
Lei Maria da Penha completa 20 anos como marco no combate à violência
Lei Maria da Penha completa 20 anos como marco no combate à violência
Figo detona Infantino e pede saída imediata: “Tem que sair. Já”
FIFA admite erros, mas reafirma apoio a Infantino após reunião
Cuca festeja presença do Santos em três competições: 'Tenho orgulho de fazer parte deste grupo'
Salah chega à Turquia e veste camisa do Trabzonspor antes de exames