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A institucionalização da mentoria empresarial: Nova Holding quer organizar um mercado bilionário sem regras no Brasil

Arquivo Pessoal

O Professor Eder Júlio Rocha de Almeida, diretor da UNAMA Porto velho vem contar uma novidade: Mentor Capital Group (MCG) aposta em padronização, governança, certificação, escalabilidade e capital para transformar o setor de mentoria, hoje pulverizado em infraestrutura empresarial escalável.

Mentor Capital Group (MCG) aposta em padronização,  governança,  certificação,  escalabilidade e capital para transformar o setor de mentoria, hoje pulverizado em infraestrutura empresarial escalável.

O mercado de mentoria empresarial vive um processo de expansão impulsionado pelo avanço da economia digital, pelo aumento do empreendedorismo e pela crescente demanda por orientação estratégica para empresas em fase de crescimento. Apesar desse movimento, o setor ainda apresenta fragilidades estruturais importantes, como baixa padronização, ausência de certificação institucional, forte dependência da marca pessoal dos mentores e pouca governança organizacional.

É nesse contexto que Janguiê Diniz cria a Mentor Capital Group (MCG), uma holding empresarial estruturada para consolidar autoridade, padronização, governança, escalabilidade e capital no mercado de mentoria empresarial. Constituída como uma Sociedade Anônima (S/A), inicialmente fechada, a organização nasce com governança corporativa implantada, auditoria formal e tese futura de abertura de capital (IPO).

“A mentoria empresarial cresceu muito nos últimos anos, mas esse crescimento ainda não foi acompanhado pela mesma evolução em estrutura, governança e critérios objetivos de qualidade. Existe uma lacuna institucional clara nesse mercado”, afirma Janguiê Diniz, idealizador do projeto.

Mentor capital Group

A proposta da MCG é atuar justamente nessa lacuna por meio de uma infraestrutura institucional privada e seletiva, voltada à conexão entre mentores, conselheiros, investidores, empresários e líderes empresariais de alta performance.

Diferentemente de uma comunidade aberta ou de um grupo informal de networking, a organização foi concebida como um ecossistema estratégico de empresas de mentorias com critérios claros de entrada, governança interna e visão de longo prazo.

Entre os pilares da estrutura está o Mentor Capital Standard (MCS), sistema oficial de certificação interna criado para classificar, validar e posicionar mentores com base em critérios objetivos de performance empresarial, capacidade estratégica, governança, ética, escalabilidade de conhecimento com impacto comprovado. O sistema estabelece níveis de maturidade institucional dentro do ecossistema: Apex, Sovereign, Elite e Core, além da categoria Affiliated, destinada a parceiros em fase de qualificação para ingresso no padrão oficial do Mentor Capital Standard.

Na prática, o modelo cria para os mentores  uma escada de progressão institucional com exigências objetivas. No nível Core, porta oficial de entrada no sistema de certificação Mentor Capital Standard, o participante deve atender a critérios como faturamento anual mínimo, crescimento anual mínimo, margem operacional mínima, NPS mínimo e estudos de casos auditáveis. Já a categoria Affiliated, que está fora do sistema oficial de certificação, funciona como etapa preparatória e exige, entre outros pontos, faturamento anual mínimo, receita mensal recorrente mínima, equipe estruturada, contabilidade regular e disponibilidade para compartilhar números e desafios em ambiente protegido.

Nos níveis mais avançados, os critérios se tornam progressivamente mais rigorosos. O nível Elite exige para os mentores faturamento anual mínimo de R$ 10 milhões; o Sovereign, R$ 20 milhões; e o Apex, R$ 40 milhões, além de indicadores crescentes de margem, recorrência, governança e impacto comprovado. Para preservar a densidade estratégica do ecossistema, a distribuição dos níveis também é limitada: o topo, Apex, poderá representar no máximo 5% dos membros, enquanto Sovereign terá teto de 15% e Elite, de 30% e Core 50%.

“Hoje, o mercado de mentoria  ainda opera com muita assimetria de informação. Em muitos casos, a escolha de um mentor é feita por percepção e posicionamento, não por critérios objetivos de estrutura, governança e entrega real. Nossa proposta é oferecer um padrão institucional que ajude a organizar esse ambiente para ajudar as empresas de mentoria a escalar”, diz Janguiê.

Outro eixo central da holding é o 4E Growth Framework, metodologia proprietária e auditável criada para avaliar, estruturar e escalar empresas de mentoria com base em quatro dimensões: Elevation, Engine, Execution e Expansion. O framework funciona como base técnica para validação, progressão e manutenção dos níveis institucionais dos membros certificados, reduzindo subjetividade e orientando o desenvolvimento empresarial dos participantes.

Segundo a estrutura proposta, o modelo busca transformar negócios de mentoria ainda dependentes da figura do fundador em empresas mais previsíveis, escaláveis e institucionalmente maduras. A metodologia envolve desde posicionamento estratégico e estruturação de receita recorrente até implantação de governança, compliance, planejamento, KPIs e expansão estruturada, inclusive com potencial para novos mercados e operações de M&A.

MODELO ECONÔMICO E INCENTIVOS

Para sustentar sua infraestrutura institucional — que inclui governança, certificação, metodologia, eventos estratégicos e plataforma de conexões empresariais — a MCG adota um modelo de royalties mensais progressivos. A lógica é simples: quanto maior o nível institucional do participante do mentor  no ecossistema, menor o percentual aplicado. A estrutura inicial prevista é de 15% da receita para Affiliated, 13% para Core, 12% para Elite, 11% para Sovereign e 10% para Apex.

Esse desenho busca incentivar a evolução institucional dos mentores participantes, premiar maturidade empresarial, garantir sustentabilidade financeira da plataforma e alinhar os interesses individuais ao fortalecimento coletivo da organização.

“Todo mercado que cresce sem estrutura chega a um ponto de inflexão. Ou se organiza, ou começa a perder credibilidade. O que estamos propondo é justamente antecipar essa profissionalização e criar uma nova camada institucional para o setor de mentoria empresarial”, afirma Janguiê Diniz.

A governança da Mentor Capital Group – MCG será composta por Assembleia Geral de Acionistas, Conselho de Administração Estratégico, Conselho Consultivo, Diretoria Executiva e comitês técnicos permanentes, como os de Certificação, Ética, Governança, Finanças, M&A e Expansão. A estrutura foi desenhada para garantir transparência institucional, qualidade nas decisões e sustentabilidade de longo prazo.

Mais do que uma rede de mentores, a Mentor Capital Group se apresenta como uma infraestrutura institucional privada voltada à construção de capital intelectual, reputacional e financeiro entre mentores líderes empresariais. A ambição, segundo seus idealizadores, é elevar o padrão da mentoria empresarial com base em critérios claros de reputação, performance, governança e colaboração estruturada.

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