- A avaliação é humana e multidimensional: o projeto de lei supera a ditadura dos testes de QI isolados e da produtividade excepcional. Ele permite que a identificação seja qualitativa, reconhecendo o potencial mesmo quando ele está escondido por barreiras emocionais, socioeconômicas ou outras condições associadas.
- Centros de Referência com propósito: diferente dos atuais núcleos que “pintam e bordam” em normas burocráticas, os novos Centros de Referência darão o suporte técnico-científico e metodológico que a escola regular hoje não possui, garantindo que o Atendimento Educacional Especializado (AEE) seja um direito real, e não uma promessa de papel, e que, em nenhum momento deixará de lado o olhar especializado na sala de aula regular.
- Segurança jurídica contra a invisibilidade: o projeto de lei tira a superdotação da sombra da “vontade política” e a coloca no patamar de Política de Estado, outro avanço inédito, urgente e necessário. A adesão voluntária, criticada por quem desconhece a realidade orçamentária, é a estratégia responsável por viabilizar a lei sem que ela seja vetada, garantindo sua execução progressiva e segura.
Projeto amplia reconhecimento e rompe com modelo restritivo nas escolas.Freepik
Fonte ==> Congresso em Foco